Um deles é o Museu Regional, que foi aberto em 1963. O local tem três andares e mais de 200 peças como móveis e objetos do lar, quadros, imagens e oratórios. Parte do acervo é temporário, mas a maioria é permanente, como imagens de São Francisco de Assis e São João Evangelista, atribuídas a Aleijadinho, ou a chamada cadeirinha de arruar, utilizada pelas mulheres da época para passear pelas ruas carregadas pelos escravos.
No local há também um órgão de tubos do século XVIII, o único do tipo no Brasil restaurado e em funcionamento. Atualmente um dos destaques do espaço é um painel atribuído a Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. 'É um acervo muito valioso, porque são peças únicas. É de valor inestimável', diz o chefe do Museu, Roberto Boscolo.
Outro local que guarda a história da cidade é o Museu de Arte Sacra, que foi inaugurado em 1985 no prédio da antiga cadeia pública do município. Hoje, reúne mais de 450 peças, a maioria produzida por artistas locais. Entre as obras destacam-se uma imagem de São Jorge e o sino mais antigo da cidade, usado nas primeiras procissões – ambos do início do século XVIII. Raridades guardadas até hoje pela Igreja, que sempre foi uma grande patrocinadora das artes.
Lá também foi reconstituída, assim como a original, a capela da histórica fazenda do pombal, local onde nasceu Tiradentes. Para o guia de turismo Giovanni Antônio de Souza Frigo, os museus têm um valor inestimável para a cidade. 'É importante para o turista que vem à cidade, que irá conhecer um pouco mais da história, e também para o próprio sãojoanense', conclui.





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