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05:55

O que fazer com com aquelas garrafas pets acumuladas em casa. Bem aqui vai uma sugestão:
Reciclagem com Garrafas Pets
Publicado por: Unknown on terça-feira, 29 de janeiro de 2013 | 05:55
Um dos temas mais abordados que tem a ver com o meio ambiente é a Reciclagem.
O que fazer com com aquelas garrafas pets acumuladas em casa. Bem aqui vai uma sugestão:
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05:33
Cartório emite certidão de óbito de Eliza Samudio por 'esganadura'
Documento foi emitido após mandado judicial.
O corpo da ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes nunca foi encontrado.
Certidão de óbito de Eliza Samudio (Foto: Reprodução)
O Cartório do Registro Civil deVespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, emitiu, na última quinta-feira (24), a certidão de óbito de Eliza Samudio. Segundo o documento, a jovem foi morta por esganadura em 10 de junho de 2010, na Rua Araruama, na cidade. O endereço é o da casa do réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que vai a julgamento no dia 4 de março de 2013.
A juíza do Tribunal do Júri de Contagem, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, determinou, no dia aexpedição da certidão de óbito da ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a decisão, da qual não cabe recurso, foi publicada no dia 15 de janeiro, no Diário do Judiciário Eletrônico. No mandado, a causa da morte de Eliza foi declarada como por asfixia. O conselho de sentença do júri entendeu que a morte da jovem foi confirmada em depoimentos durante o julgamento que culminou na condenação de Luiz Henrique Ferreira Romão - o Macarrão -, e Fernanda Gomes de Castro. Eliza foi morta em julho de 2010, e seu corpo nunca foi encontrado.
O documento traz o dia 10 de junho de 2010 como a data da morte de Eliza. A causa está declarada como "emprego de violência aplicada na forma de asfixia mecânica (esganadura)" e a hora da morte está como "ignorada". Há também a informação de que "o corpo está insepulto, pois ocultado o cadáver". A certidão ainda declara que Eliza não deixa bens a inventários e nem testamento conhecido. A jovem deixou um filho, fruto de seu relacionamento com o goleiro, que tinha quatro meses à época da morte. Atualmente, a criança mora em Mato Grosso do Sul, junto com a mãe de Eliza, Sônia Fátima de Moura.
O oficial de cartório José Nicolau de Oliveira Lima, de 53 anos, que é a terceira geração de proprietários do estabelecimento, disse que desde 1982, quando começou a trabalhar com o negócio da família, nunca havia emitido uma certidão sem atestado de óbito. "É a primeira vez, desde 1982 pra cá, que eu registro um óbito só com um mandado, sem atestado de óbito. Acredito que meu pai e meu avô também não registraram", comentou. O cartório fará 97 anos de fundação em junho próximo.
Segundo Nicolau, o documento foi enviado via correio para a juíza do Tribunal de Júri de Contagem. Ele ainda disse que ninguém da família de Eliza ou advogado procurou pelo documento no cartório. Mas é possível que eles recebam a certidão por meio da Justiça.
Certidão de óbito de Eliza Samudio (Foto: Flávia Cristini/G1)
Certidão
A certidão de óbito é um documento expedido por um cartório civil, que declara a morte de um indíviduo e os detalhes, como data e local. O atestado de óbito é emitido por um médico que declara a morte de uma pessoa e aponta a causa médica do falecimento. Ele é necessário para a emissão da certidão. No caso de Eliza Samudio, não houve emissão de atestado de óbito.
Eliza Samudio (Foto: Reprodução/TV Globo)
Júri
Em 23 de novembro, o júri popular do caso Eliza Samudio condenou os réus Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do goleiro Bruno, pelo envolvimento na morte ex-amante do jogador, em crime ocorrido em 2010. Conforme sentença da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, Macarrão foi considerado culpado pelos crimes de homicídio e sequestro e cárcere privado. Fernanda foi condenada por sequestro e cárcere privado.
O júri popular, que teve início com cinco réus, acabou com apenas dois acusados: Macarrão e Fernanda. O jogador Bruno Fernandes de Souza, que era titular do Flamengo, é acusado de ter arquitetado a morte da ex-amante, em 2010, para não ter de reconhecer o filho que teve com Eliza nem pagar pensão alimentícia. Bruno, a sua ex-mulher Dayanne Rodrigues e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, tiveram o júri desmembrado pela juíza Marixa.
O crime
Conforme a denúncia, Eliza foi levada à força do Rio de Janeiro para um sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), onde foi mantida em cárcere privado. Depois, a vítima foi entregue para o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que a asfixiou e desapareceu com o corpo, nunca encontrado. O bebê Bruninho foi achado com desconhecidos em Ribeirão das Neves (MG).
Além dos três réus que tiveram o júri desmembrado, dois acusados serão julgados separadamente – Elenílson Vitor da Silva e Wemerson Marques de Souza. Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, foi morto a tiros em agosto. Outro suspeito, Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, teve o processo arquivado.
O corpo da ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes nunca foi encontrado.
O Cartório do Registro Civil deVespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, emitiu, na última quinta-feira (24), a certidão de óbito de Eliza Samudio. Segundo o documento, a jovem foi morta por esganadura em 10 de junho de 2010, na Rua Araruama, na cidade. O endereço é o da casa do réu Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que vai a julgamento no dia 4 de março de 2013.
A juíza do Tribunal do Júri de Contagem, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, determinou, no dia aexpedição da certidão de óbito da ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a decisão, da qual não cabe recurso, foi publicada no dia 15 de janeiro, no Diário do Judiciário Eletrônico. No mandado, a causa da morte de Eliza foi declarada como por asfixia. O conselho de sentença do júri entendeu que a morte da jovem foi confirmada em depoimentos durante o julgamento que culminou na condenação de Luiz Henrique Ferreira Romão - o Macarrão -, e Fernanda Gomes de Castro. Eliza foi morta em julho de 2010, e seu corpo nunca foi encontrado.
O documento traz o dia 10 de junho de 2010 como a data da morte de Eliza. A causa está declarada como "emprego de violência aplicada na forma de asfixia mecânica (esganadura)" e a hora da morte está como "ignorada". Há também a informação de que "o corpo está insepulto, pois ocultado o cadáver". A certidão ainda declara que Eliza não deixa bens a inventários e nem testamento conhecido. A jovem deixou um filho, fruto de seu relacionamento com o goleiro, que tinha quatro meses à época da morte. Atualmente, a criança mora em Mato Grosso do Sul, junto com a mãe de Eliza, Sônia Fátima de Moura.
O oficial de cartório José Nicolau de Oliveira Lima, de 53 anos, que é a terceira geração de proprietários do estabelecimento, disse que desde 1982, quando começou a trabalhar com o negócio da família, nunca havia emitido uma certidão sem atestado de óbito. "É a primeira vez, desde 1982 pra cá, que eu registro um óbito só com um mandado, sem atestado de óbito. Acredito que meu pai e meu avô também não registraram", comentou. O cartório fará 97 anos de fundação em junho próximo.
Segundo Nicolau, o documento foi enviado via correio para a juíza do Tribunal de Júri de Contagem. Ele ainda disse que ninguém da família de Eliza ou advogado procurou pelo documento no cartório. Mas é possível que eles recebam a certidão por meio da Justiça.
A certidão de óbito é um documento expedido por um cartório civil, que declara a morte de um indíviduo e os detalhes, como data e local. O atestado de óbito é emitido por um médico que declara a morte de uma pessoa e aponta a causa médica do falecimento. Ele é necessário para a emissão da certidão. No caso de Eliza Samudio, não houve emissão de atestado de óbito.
Em 23 de novembro, o júri popular do caso Eliza Samudio condenou os réus Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada do goleiro Bruno, pelo envolvimento na morte ex-amante do jogador, em crime ocorrido em 2010. Conforme sentença da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, Macarrão foi considerado culpado pelos crimes de homicídio e sequestro e cárcere privado. Fernanda foi condenada por sequestro e cárcere privado.
O júri popular, que teve início com cinco réus, acabou com apenas dois acusados: Macarrão e Fernanda. O jogador Bruno Fernandes de Souza, que era titular do Flamengo, é acusado de ter arquitetado a morte da ex-amante, em 2010, para não ter de reconhecer o filho que teve com Eliza nem pagar pensão alimentícia. Bruno, a sua ex-mulher Dayanne Rodrigues e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, tiveram o júri desmembrado pela juíza Marixa.
O crime
Conforme a denúncia, Eliza foi levada à força do Rio de Janeiro para um sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), onde foi mantida em cárcere privado. Depois, a vítima foi entregue para o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que a asfixiou e desapareceu com o corpo, nunca encontrado. O bebê Bruninho foi achado com desconhecidos em Ribeirão das Neves (MG).
Além dos três réus que tiveram o júri desmembrado, dois acusados serão julgados separadamente – Elenílson Vitor da Silva e Wemerson Marques de Souza. Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, foi morto a tiros em agosto. Outro suspeito, Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, teve o processo arquivado.
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18:34
Surfista americano Garret McNamara desce onda gigantesca em Portugal
Publicado por: Unknown on segunda-feira, 28 de janeiro de 2013 | 18:34
Atleta volta a surfar onda de dimensões impressionantes na Praia do Norte,
em Nazaré, mesmo lugar onde conseguiu a maior marca de 2011
O surfista americano Garret McNamara conseguiu mais um feito extraordinário na manhã desta segunda-feira na Praia do Norte, em Portugal. McNamara surfou uma onda de dimensões gigantescas. O americano é um dos surfistas de ondas grandes mais experientes do planeta e já colocou seu nome no livro dos recordes ao surfar uma ondulação de 27,5 metros, a maior de 2011, também na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal.
McNamara habitualmente surfa ondas na localidade portuguesa (Foto: Reprodução/ZON North Canyon)
Ainda não há uma medição oficial do tamanho da onda que McNamara surfou. Mas o feito do americano de 45 anos rodou o mundo pela internet, assombrando os fãs de surfe. O surfista postou um agradecimento aos fãs que o louvaram pela rede.
- Obrigado a todos pelo apoio, significa muito para mim. Hoje foi um dia sensacional e muito divertido estar lá - disse McNamara.
A localidade portuguesa conhecida como o Canhão da Nazaré é um desfiladeiro submarino de origem tectônica situado ao largo da costa de Nazaré, Portugal. A falha na placa continental com cerca de 170 quilômetros de comprimento e cinco quilômetros de profundidade canaliza a ondulação do Oceano Atlântico para a Praia do Norte, criando grandes ondas e proporcionando condições únicas para a prática mais radical do surfe.
em Nazaré, mesmo lugar onde conseguiu a maior marca de 2011
O surfista americano Garret McNamara conseguiu mais um feito extraordinário na manhã desta segunda-feira na Praia do Norte, em Portugal. McNamara surfou uma onda de dimensões gigantescas. O americano é um dos surfistas de ondas grandes mais experientes do planeta e já colocou seu nome no livro dos recordes ao surfar uma ondulação de 27,5 metros, a maior de 2011, também na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal.
Ainda não há uma medição oficial do tamanho da onda que McNamara surfou. Mas o feito do americano de 45 anos rodou o mundo pela internet, assombrando os fãs de surfe. O surfista postou um agradecimento aos fãs que o louvaram pela rede.
- Obrigado a todos pelo apoio, significa muito para mim. Hoje foi um dia sensacional e muito divertido estar lá - disse McNamara.
A localidade portuguesa conhecida como o Canhão da Nazaré é um desfiladeiro submarino de origem tectônica situado ao largo da costa de Nazaré, Portugal. A falha na placa continental com cerca de 170 quilômetros de comprimento e cinco quilômetros de profundidade canaliza a ondulação do Oceano Atlântico para a Praia do Norte, criando grandes ondas e proporcionando condições únicas para a prática mais radical do surfe.
18:31
Pedido da Defensoria Pública foi deferido em caráter de urgência.
Ação tem o objetivo de garantir futuras indenizações a familiares.
28/01/2013 22h38 - Atualizado em 29/01/2013 00h26
Justiça bloqueia bens de donos de boate de Santa Maria
Pedido da Defensoria Pública foi deferido em caráter de urgência.
Ação tem o objetivo de garantir futuras indenizações a familiares.
Do G1 RS
Um dos donos da boate, Mauro Hoffmann é transferido ao presídio (Foto: Emerson Souza/Agência RBS)
A Justiça aceitou o pedido da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul e bloqueou os bens da empresa que gere a boate Kiss, onde 231 pessoas morreram em um incêndio na madrugada deste domingo (27). Os proprietários do estabelecimento também tiveram os seus bens retidos. O pedido, julgado em caráter de urgência, foi deferido na noite de segunda-feira pelo juiz do fórum de Santa Maria, Afif Simões Neto.
Segundo a Defensoria, a ação tem o objetivo de garantir futuras indenizações a familiares da tragéria ocorrida em Santa Maria.
“O propósito é assegurar o direito das pessoas a terem garantida futura indenização, de modo coletivo e igualitário a todos os familiares das vítimas da tragédia”, disse o defensor público-geral do Estado, Nilton Arnecke Maria, segundo a assessoria de imprensa.
Dois sócios da casa noturna foram presos nesta segunda-feira. Elissandro Spohr, conhecido como Kiko, foi detido em um hospital de Cruz Alta e está sob custódia da polícia. Mauro Hoffmann também teve a prisão temporária decretada pela Justiça por 5 dias e foi encaminhado ao Presídio de Santo Antão, a cerca de 7 km do centro de Santa Maria.
Ainda na manhã de domingo, a Defensoria Pública gaúcha estabeleceu uma força-tarefa para atuar nos assuntos referentes ao incêndio. Segundo o órgão, familiares das vítimas podem receber orientações jurídicas e ter encaminhamento de documentos feito por defensores públicos.
O incêndio começou por volta das 2h30 de domingo, durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que utilizou sinalizadores para uma espécie de show pirotécnico.
Segundo relatos de testemunhas, faíscas de um equipamento conhecido como "sputnik" atingiram a espuma do isolamento acústico, no teto da boate, dando início ao fogo, que se espalhou pelo estabelecimento em poucos minutos.
Quatro foram presos nesta segunda após a tragédia: o dono da boate, Elissandro Calegaro Spohr, o sócio, Mauro Hofffmann, e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que fazia um show pirotécnico que teria dado início ao incêndio, segundo informações do delegado Sandro Meinerz, responsável pelo caso.
Em depoimento, Spohr afirmou à Polícia Civil que sabia que o alvará de funcionamento estava vencido, mas que já havia pedido a renovação.
O advogado Mario Cipriani, que representa Mauro Hoffmann, afirmou que o cliente "não participava da administração da Kiss".
Justiça bloqueia bens de donos de boate de Santa Maria
Pedido da Defensoria Pública foi deferido em caráter de urgência.
Ação tem o objetivo de garantir futuras indenizações a familiares.
28/01/2013 22h38 - Atualizado em 29/01/2013 00h26
Justiça bloqueia bens de donos de boate de Santa Maria
Pedido da Defensoria Pública foi deferido em caráter de urgência.
Ação tem o objetivo de garantir futuras indenizações a familiares.
Do G1 RS
A Justiça aceitou o pedido da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul e bloqueou os bens da empresa que gere a boate Kiss, onde 231 pessoas morreram em um incêndio na madrugada deste domingo (27). Os proprietários do estabelecimento também tiveram os seus bens retidos. O pedido, julgado em caráter de urgência, foi deferido na noite de segunda-feira pelo juiz do fórum de Santa Maria, Afif Simões Neto.
Segundo a Defensoria, a ação tem o objetivo de garantir futuras indenizações a familiares da tragéria ocorrida em Santa Maria.
“O propósito é assegurar o direito das pessoas a terem garantida futura indenização, de modo coletivo e igualitário a todos os familiares das vítimas da tragédia”, disse o defensor público-geral do Estado, Nilton Arnecke Maria, segundo a assessoria de imprensa.
Dois sócios da casa noturna foram presos nesta segunda-feira. Elissandro Spohr, conhecido como Kiko, foi detido em um hospital de Cruz Alta e está sob custódia da polícia. Mauro Hoffmann também teve a prisão temporária decretada pela Justiça por 5 dias e foi encaminhado ao Presídio de Santo Antão, a cerca de 7 km do centro de Santa Maria.
Ainda na manhã de domingo, a Defensoria Pública gaúcha estabeleceu uma força-tarefa para atuar nos assuntos referentes ao incêndio. Segundo o órgão, familiares das vítimas podem receber orientações jurídicas e ter encaminhamento de documentos feito por defensores públicos.
O incêndio começou por volta das 2h30 de domingo, durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que utilizou sinalizadores para uma espécie de show pirotécnico.
Segundo relatos de testemunhas, faíscas de um equipamento conhecido como "sputnik" atingiram a espuma do isolamento acústico, no teto da boate, dando início ao fogo, que se espalhou pelo estabelecimento em poucos minutos.
Quatro foram presos nesta segunda após a tragédia: o dono da boate, Elissandro Calegaro Spohr, o sócio, Mauro Hofffmann, e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que fazia um show pirotécnico que teria dado início ao incêndio, segundo informações do delegado Sandro Meinerz, responsável pelo caso.
Em depoimento, Spohr afirmou à Polícia Civil que sabia que o alvará de funcionamento estava vencido, mas que já havia pedido a renovação.
O advogado Mario Cipriani, que representa Mauro Hoffmann, afirmou que o cliente "não participava da administração da Kiss".
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05:33
Incêndio começou na madrugada deste domingo na boate Kiss.
Número de mortos em incêndio em Santa Maria chega a 180, diz polícia
Publicado por: Unknown on domingo, 27 de janeiro de 2013 | 05:33
Incêndio começou na madrugada deste domingo na boate Kiss.
Polícia trabalha no reconhecimento dos corpos e nos escombros.
Um incêndio que atingiu na madrugada deste domingo (27) a boate Kiss, em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, já deixou pelo menos 180 mortos. Segundo o major Cleberson Bastianello, comandante do Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar, o número total de vítimas ainda é desconhecido, e há centenas de feridos sendo atendidos em hospitais da cidade.
"Nós temos 180 corpos aqui. Pessoas foram levadas em óbito ou feridas para os hospitais da região. Mas repito: esse é o número de mortes que temos aqui. Infelizmente poderá aumentar", disse Bastianello em entrevista coletiva.
A polícia e o Corpo de Bombeiros ainda trabalham no local em busca de mais informações sobre as circunstâncias da tragédia e para retirar corpos da área.
O número de pessoas que estavam na boate no momento do incêndio ainda não foi confirmado pelas autoridades. A festa reunia estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e dois cursos técnicos.
Segundo informações preliminares, o fogo teria começado por volta das 2h30, depois que o vocalista da banda que se apresentava fez uma espécie de show pirotécnico, usando um sinalizador. As faíscas teriam atingido a espuma que faz o isolamento acústico no teto do estabelecimento e as chamas se espalharam.
O incêndio provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência.
Ao menos seis casas de saúde da região receberam vítimas do incêndio, e voluntários estão auxiliando o trabalho na cidade. "Estamos mobilizando todo o estado. Temos hospitais de diversas regiões se disponibilizando para ajudar. De Canoas, Santo Ângelo, Santa Cruz, enfim. Todos estão colaborando para oferecer o melhor atendimento possível. Os trabalhos são intensos e é preciso uma mobilização muito grande", disse Ciro Simoni, Secretário Estadual da Saúde, em entrevista à Rádio Gaúcha.
O Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, que tem uma unidade especializada em queimaduras, também receberá feridos.
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05:26
Sebos de JF registram aumento de até 90% no movimento de volta às aulas
Publicado por: Unknown on sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 | 05:26
Nestes locais, o preço do livro usado depende das condições, mas pode chegar à metade do valor original
Início de ano é sempre aquela ginástica financeira para os pais conseguirem aliar os pagamentos dos impostos típicos do período e ainda sanar as altas despesas com matrículas e materiais escolares. Um recurso bem aproveitado por muitos juiz-foranos é aproveitar as livrarias e papelarias que realizam trocas de livros usados. Em pesquisa realizada pelo Portal ACESSA.com, foi constatado que os estabelecimentos registram um aumento de 30% até 90% no movimento de volta às aulas.
Nestes locais, conhecidos como sebos, é possível adquirir materiais por preços bem abaixo do mercado e ainda realizar trocas dos livros do último ano para a nova lista de materiais escolares. Este é o caso da administradora Márcia Angélica, que resolveu visitar alguns sebos da cidade antes do início das aulas, programada para dia 4 de fevereiro. "Todo ano, eu troco livros, mas só compro se estiver valendo a pena. Alguns livros estão em condições ruins e, neste caso, é preferível obter um novo", conta.
Movimento a todo vapor
Segundo o proprietário da livraria Dom Pedro II, Jean Menezes do Carmo, o aumento no movimento de livros didáticos cresce até 90% com a proximidade da volta às aulas, quando comparado aos dias normais. "Desde dezembro, já estamos sentindo uma crescente procura dos pais pelos livros usados. Eles trazem os antigos, pegam os novos e pagam a diferença. É um processo único, que acontece em Juiz de Fora, que alia a consciência ecológica à economia. Recebemos público de toda a parte", conta.
Na livraria Flamingo, o vendedor Paulo Roberto de Almeida explica que aumenta de dez a 12 títulos no estoque de cada disciplina durante o período. "O movimento para esse setor aumenta em cerca de 30%, mas já a demanda pelos de literatura não é tão sentida nessa época", diz. Já em outro sebo, a grande movimentação é baseada nas trocas e os proprietários alegam que a demanda cresce entre 60% e 70%. "As lojas permanecem lotadas até a segunda quinzena de fevereiro e o estoque aumenta muito", explica o vendedor da banca do Vasco, Celso Roberto Mauler.
Já com relação ao público que lota esses estabelecimentos no período, os comerciantes garantem que ele é composto, em sua grande maioria, pelos pais de estudantes de ensino médio e fundamental. "É bem diversificado e recebemos pessoas de toda a Zona da Mata. E a lista de materiais também é bem heterogênea, variando muito de uma escola para a outra", garante Almeida.
Economia para os pais
Segundo levantamento da Agência de Defesa e Proteção do Consumidor (Procon/JF) sobre os preços de materiais escolares em Juiz de Fora, o valor de um produto pode variar em até R$ 30 de uma loja para a outra. Assim, o órgão orienta aos pais que façam pesquisas com antecedência e optem por produtos de qualidade. Nos sebos, o preço do livro usado depende das condições, mas pode chegar à metade do valor original.
Na maioria dos casos, as trocas são feitas da seguinte forma: o cliente recebe 50% do valor do livro usado que está vendendo e compra os novos, completando a diferença de preço. "É como se dois livros do consumidor equivalessem a um do nosso. A economia pode chegar a 50% no orçamento da família", diz Almeida. Segundo Márcia Angélica, dos nove livros que compõem a lista de material da filha, os preços consultados dos novos estão bem acima dos usados. "Consegui comprar tudo o que preciso e fazer uma economia de R$ 500. O preço compensa muito", diz.
A mesma economia foi observada pela manicure Silvânia Martins, que já possui o mesmo hábito há três anos, desde que a filha que entrou no ensino médio. "Sempre vendo os livros do ano que passou em ótimo estado e, depois, compro alguns usados que também estejam em boas condições. Para mim, esta situação vale mais a pena do que trocar porque minha filha é muito cuidadosa e os livros ficam seminovos", explica. Segundo ela, na primeira vez que testou o método, foram gastos R$ 800 e, na segunda, R$ 600. "Agora que já pequei mais o jeito de como economizar, estou gastando ainda menos pelo mesmo número de materiais. Este ano, meu orçamento fechou em R$ 400", comemora.
Repórter do Portal Acessa
Nestes locais, conhecidos como sebos, é possível adquirir materiais por preços bem abaixo do mercado e ainda realizar trocas dos livros do último ano para a nova lista de materiais escolares. Este é o caso da administradora Márcia Angélica, que resolveu visitar alguns sebos da cidade antes do início das aulas, programada para dia 4 de fevereiro. "Todo ano, eu troco livros, mas só compro se estiver valendo a pena. Alguns livros estão em condições ruins e, neste caso, é preferível obter um novo", conta.
Movimento a todo vapor
Segundo o proprietário da livraria Dom Pedro II, Jean Menezes do Carmo, o aumento no movimento de livros didáticos cresce até 90% com a proximidade da volta às aulas, quando comparado aos dias normais. "Desde dezembro, já estamos sentindo uma crescente procura dos pais pelos livros usados. Eles trazem os antigos, pegam os novos e pagam a diferença. É um processo único, que acontece em Juiz de Fora, que alia a consciência ecológica à economia. Recebemos público de toda a parte", conta.
Na livraria Flamingo, o vendedor Paulo Roberto de Almeida explica que aumenta de dez a 12 títulos no estoque de cada disciplina durante o período. "O movimento para esse setor aumenta em cerca de 30%, mas já a demanda pelos de literatura não é tão sentida nessa época", diz. Já em outro sebo, a grande movimentação é baseada nas trocas e os proprietários alegam que a demanda cresce entre 60% e 70%. "As lojas permanecem lotadas até a segunda quinzena de fevereiro e o estoque aumenta muito", explica o vendedor da banca do Vasco, Celso Roberto Mauler.
Já com relação ao público que lota esses estabelecimentos no período, os comerciantes garantem que ele é composto, em sua grande maioria, pelos pais de estudantes de ensino médio e fundamental. "É bem diversificado e recebemos pessoas de toda a Zona da Mata. E a lista de materiais também é bem heterogênea, variando muito de uma escola para a outra", garante Almeida.
Economia para os pais
Na maioria dos casos, as trocas são feitas da seguinte forma: o cliente recebe 50% do valor do livro usado que está vendendo e compra os novos, completando a diferença de preço. "É como se dois livros do consumidor equivalessem a um do nosso. A economia pode chegar a 50% no orçamento da família", diz Almeida. Segundo Márcia Angélica, dos nove livros que compõem a lista de material da filha, os preços consultados dos novos estão bem acima dos usados. "Consegui comprar tudo o que preciso e fazer uma economia de R$ 500. O preço compensa muito", diz.
A mesma economia foi observada pela manicure Silvânia Martins, que já possui o mesmo hábito há três anos, desde que a filha que entrou no ensino médio. "Sempre vendo os livros do ano que passou em ótimo estado e, depois, compro alguns usados que também estejam em boas condições. Para mim, esta situação vale mais a pena do que trocar porque minha filha é muito cuidadosa e os livros ficam seminovos", explica. Segundo ela, na primeira vez que testou o método, foram gastos R$ 800 e, na segunda, R$ 600. "Agora que já pequei mais o jeito de como economizar, estou gastando ainda menos pelo mesmo número de materiais. Este ano, meu orçamento fechou em R$ 400", comemora.
Escolas dificultam hábito
Para Jean Menezes do Carmo, a constante reformulação e reajustes de preços desse setor impede que a compra de livros usados seja totalmente compensadora. "Percebemos uma grande indignação dos pais com o hábito das escolas particulares adotarem livros novos que as editoras lançam. Muitas vezes, a diferença de conteúdo é pequena e os pais são obrigados a comprar o livro novo, deixando, assim, de reaproveitar", comenta.
Segundo ele, tal situação gera desperdício de livro, maior impacto ambiental e desvantagem financeira, beneficiando apenas as próprias editoras. "Sabemos que muitos livros poderiam permanecer por mais tempo no mercado, sem necessidade de serem jogados fora tão rápido." Além disso, os pais e comerciantes lembram dos altos reajustes de mercado observados. "Tive que comprar dois livros novos pela troca de material do colégio. Além disso, notei que este ano, os livros estão bem mais caros", comenta Silvânia.
Para Jean Menezes do Carmo, a constante reformulação e reajustes de preços desse setor impede que a compra de livros usados seja totalmente compensadora. "Percebemos uma grande indignação dos pais com o hábito das escolas particulares adotarem livros novos que as editoras lançam. Muitas vezes, a diferença de conteúdo é pequena e os pais são obrigados a comprar o livro novo, deixando, assim, de reaproveitar", comenta.
Segundo ele, tal situação gera desperdício de livro, maior impacto ambiental e desvantagem financeira, beneficiando apenas as próprias editoras. "Sabemos que muitos livros poderiam permanecer por mais tempo no mercado, sem necessidade de serem jogados fora tão rápido." Além disso, os pais e comerciantes lembram dos altos reajustes de mercado observados. "Tive que comprar dois livros novos pela troca de material do colégio. Além disso, notei que este ano, os livros estão bem mais caros", comenta Silvânia.
Fonte: Portal Acessa de Juiz de Fora/MG
Nathália CarvalhoRepórter do Portal Acessa
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05:17
POÇOS DE CALDAS – PM apreende garotas com mais de 80 pedras de crack

Duas menores infratoras foram presas, em Poços de Caldas, por policiais militares do 29º Batalhão. Ao atender uma denúncia, uma guarnição foi até a Rua Antônio Consentino, Bairro Cohab, Zona Sul, onde deparou com as menores, uma de 14 e outra de 15 anos, que saíram correndo. Elas foram alcançadas e abordadas.
Com as jovens, a equipe apreendeu 66 pedras de crack e R$ 264,00, dinheiro que teria sido conseguido com a venda de drogas. Depois na residência de uma das jovens, com autorização do proprietário, os policiais militares entraram, deram busca e encontraram mais 21 pedras da mesma droga.
Diante do flagrante delito, as garotas, juntamente com o material apreendido pelos policiais militares, foram conduzidas para a delegacia, onde ficaram a disposição da Justiça. Antes, elas foram informadas sobre seus direitos e garantias constitucionais. A ocorrência foi acompanhada pela representante legal de uma das menores. (AF)
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